No século XX, deu-se início o processo de urbanização do bairro Cristal a partir da abertura do Hipódromo. Na época, a abertura deste espaço foi sinônimo de modernidade e status para o bairro. Mas a história do bairro inicia em XIX, com a chegada de famílias italianas que cultivavam pomares e hortas. Nesta mesma época, o Cristal passou a abrigar importantes instituições como a Hospedaria para Imigrantes em 1881, que cedeu lugar, dezoito anos depois, ao alojamento do 3º Batalhão de Infantaria da Brigada Militar e onde, posteriormente, foi construída a Enfermaria da Brigada.
A origem do nome do bairro tem duas versões: a primeira fala que o General Bento Gonçalves da Silva e sua tropa, anos antes da Revolução Farroupilha, teria repousado sob a sombra de uma figueira na região – esta, conservada até hoje pelos moradores do bairro. Como Bento possuía uma estância denominada Cristal, pode ter sido este o motivo do nome do bairro. A segunda versão trata do fato de que, no espaço onde se consagrou o bairro, havia uma rica concentração de quartzos, que brilhavam no solo da região, eis o porquê da designação.
Atualmente o bairro conta com pontos importantes da Capital, como o Jockey Club, o Clube Veleiros do Sul, o Iate Clube Guaíba e o Museu Iberê Camargo.
Fonte: Centro de Pesquisa Histórica
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O imposto de renda é um imposto coletado pela Receita Federal que incide sobre toda pessoa física que tenha tido um ganho acima de R$ 28.559,70. O contribuinte deve informar anualmente os ganhos do ano anterior (em 2019, os ganhos de 2018, por exemplo), para apuração e possível restituição. A compra de um imóvel é um dos dados que deve constar no imposto de renda.
O bairro Floresta era, até o final da Revolução Farroupilha (em meados de 1845) uma área de chácaras. A partir de 1850, ruas foram inauguradas e abriram caminhos no novo bairro. Em 1888, ruas como Dr. Timóteo e Félix da Cunha já faziam parte do mapa do bairro. Paróquias foram inauguradas, dando início a urbanização do bairro. Mas foi com a inauguração da linha dos bondes de tração elétrica nas proximidades, em 1909, que a área começou a se desenvolver.
O bairro Cidade Baixa é um bairro histórico na capital gaúcha. No século 19, era conhecido como Arraial da Baronesa e era parte das terras da Baronesa de Gravataí, que na época também possuía outras terras da região que eram utilizadas para trabalho escravo. Na metade do século XX, as ruas Avaí e Sarmento Leite receberam diversas indústrias, cinemas e igrejas. Isso contribuiu significantemente para o aumento populacional do bairro.