No Brasil predomina a cultura de ter imóvel como investimento. Pense bem: quantas pessoas você conhece que se esforçam ao máximo para comprar um imóvel? A casa própria pode trazer prazer para quem quer essa conquista, mas, do ponto de vista financeiro, nem sempre é o mais vantajoso.
Mas como avaliar qual vale mais a pena?
É simples, só precisamos de algumas informações e realizar um cálculo. Vamos começar?
Dados para coletar:
O cálculo:
Pronto. Agora compare a taxa de retorno com as de retorno mensal de aplicações de renda fixa.
Se a taxa de retorno for menor que a da renda fixa, vale mais a pena para você aplicar o dinheiro e morar de aluguel.
Se a taxa de retorno for maior que a da renda fixa, neste caso, vale mais a pena você comprar o imóvel.
Um exemplo:
Suponha um imóvel avaliado em R$ 500 mil, com aluguel de R$ 2 mil, dê um retorno de 0,4% ao mês. Isso é inferior inclusive à poupança, que remunera 0,5% mais TR. Em aplicações melhores, é possível chegar a cerca de 0,9% ao mês. Mesmo para quem pensa na compra do imóvel para moradia, o aluguel compensa mais. Com os R$ 500 mil investidos seria possível, só com os juros, pagar o aluguel e ainda sobrar dinheiro.
Viu só como é fácil decidir? Agora que você já sabe o que é melhor para você, entre em nosso site habitarte.com.br e escolha a sua nova moradia.
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No século XX, deu-se início o processo de urbanização do bairro Cristal a partir da abertura do Hipódromo. Na época, a abertura deste espaço foi sinônimo de modernidade e status para o bairro. Mas a história do bairro inicia em XIX, com a chegada de famílias italianas que cultivavam pomares e hortas.
Colocar um imóvel para alugar pode ser uma boa solução para quem quer complementar sua renda ou ainda, para quem quer viver financeiramente somente por este meio. Ter uma imobiliária que atue como parceira neste processo é extremamente importante, a fim de evitar possíveis transtornos. Confira alguns pontos de atenção na hora de colocar seu imóvel para alugar.
Na última semana de abril, foi anunciada pela Caixa Econômica Federal a redução nas taxas de financiamento de imóveis. As taxas mínimas da Caixa passaram de 10,25% ao ano para 9% ao ano, no caso de imóveis do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 11,25% ao ano para 10% ao ano para imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI). As taxas máximas caíram de 11% para 10,25%, no caso do SFH, e de 12,25% 11,25%, no SFI. O banco também aumentou novamente o limite de cota de financiamento do imóvel usado, de 50% para 70%.