O bairro Petrópolis tem sua origem nas primeiras décadas do século XX. A região tinha características rurais, com uma economia baseada na plantação de agrião, criação de gado e produção de leite. Seus primeiros moradores eram oriundos tanto do interior do Estado como do centro da capital, que a partir da década de 40, procuraram áreas mais afastadas para moradia.
Por ser bastante arborizado e possuir um clima ameno, a região era o destino de veranistas na década de 30. Nessa mesma época, eram realizadas manobras e exercícios militares na região.
O crescimento do bairro está ligado ao desenvolvimento do seu principal eixo viário, o antigo Caminho do Meio – atual Avenida Protásio Alves - que, atualmente, é uma das principais vias da Capital, com mais de 12 km.
Mas foi a partir da abertura da avenida Nilo Peçanha, na década de 70, que a região começa a ser valorizada e a se expandir. A criação de duas linhas de bondes – João Abbott e Petrópolis – também estimularam o crescimento do comércio e serviços, e consequentemente, a população do bairro aumentou.
Estão localizados no bairro alguns dos clubes mais conhecidos de Porto Alegre, como Grêmio Náutico União, que serve de lazer aos moradores da região e arredores e o tradicional Petrópolis Tênis Clube.
Atualmente o bairro Petrópolis é independente do centro da cidade e conta com um comércio ativo e variado, que se estende ao longo da Avenida Protásio Alves.
Fonte: Centro de Pesquisa Histórica de Porto Alegre
Compartilhar
A área de serviço é um cômodo indispensável em qualquer imóvel. Há algum tempo, as roupas eram lavadas à mão e colocadas para secar no sol, em um varal. Hoje, com apartamentos enxutos e pequenos espaços, bem como pouco tempo, máquinas de lavar e secar, assim como varais sanfonados para uso interno também se tornaram essenciais. Mas como organizar todos esses utensílios, além dos materiais de limpeza, em um único (pequeno) cômodo? Confira essas dicas!
Em um mundo cada vez mais conectado, com excesso de informações a todo o momento e com metas altas sendo estabelecidas tanto a nível pessoal e profissional, o gerenciamento do tempo livre muitas vezes não ocorre, principalmente para moradores de grandes metrópoles. O modelo de vida que atualmente a sociedade vive e a cultura de “estar sempre fazendo algo” pode ocasionar estresse e esgotamento, e muitas vezes, mesmo momentos de descanso e lazer são invadidos por demandas profissionais. Por isso, a gestão do tempo se torna imprescindível para uma melhor qualidade de vida.