O nome do bairro foi escolhido em homenagem ao Barão de Rio Branco, após sua morte em 1912. Antes disso, o bairro era chamado de “Colônia Africana”, pois abrigava os escravos alforriados e, mais tarde, os libertos pela Lei Áurea.
Beirando o Caminho do Meio, atual Avenida Protásio Alves, a área limitava-se a poucas ruas que, na época, tinham outros nomes. A rua Esperança (atual Miguel Tostes) foi a que primeiro contribuiu para o desenvolvimento do bairro, onde aconteceu um loteamento das terras da proprietária, o qual foi estruturando o local. O nome da rua se devia à maior proprietária de terras da região.
O bairro abriga instituições de ensino privadas da Capital: o IPA – Instituto Metodista de Porto Alegre (desde 1923), o Colégio Americano (desde 1885) o Colégio Leonardo da Vinci (desde 1980) e o colégio Israelita, além de outras opções de ensino público. Outra instituição que movimentou o bairro foi o antigo Hospital de Reumatologia, na rua Álvaro Alvim, atualmente pertencente ao complexo Ulbra Saúde. Atualmente, é um bairro bastante desenvolvido, com prédios residenciais de bela arquitetura, mas também com boas possibilidades de diversão, como o Clube Caixeiros Viajantes.
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A casa ou apartamento próprio pode parecer um sonho distante. Mas, com planejamento financeiro esse sonho pode se tornar realidade, principalmente se você começar a planejar cedo. O financiamento é uma das alternativas para quem quer adquirir seu próprio imóvel. A faixa etária dos 30 anos se mostra uma idade propícia para começar a fazer planos como esse, principalmente porque ao comprar um imóvel, você tem o direito de financiá-lo em até 35 anos.
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Em meados dos anos 1860, o bairro Bom Fim chamava-se Campo da Várzea. Possuía, na época, poucas casas, algumas chácaras, sítios e matas nativas, que foram utilizadas como refúgios para os escravos. Com a construção da Capela Senhor do Bom Fim, em 1867, o bairro passou a chamar-se Campo do Bom Fim.