O nome do bairro foi escolhido em homenagem ao Barão de Rio Branco, após sua morte em 1912. Antes disso, o bairro era chamado de “Colônia Africana”, pois abrigava os escravos alforriados e, mais tarde, os libertos pela Lei Áurea.
Beirando o Caminho do Meio, atual Avenida Protásio Alves, a área limitava-se a poucas ruas que, na época, tinham outros nomes. A rua Esperança (atual Miguel Tostes) foi a que primeiro contribuiu para o desenvolvimento do bairro, onde aconteceu um loteamento das terras da proprietária, o qual foi estruturando o local. O nome da rua se devia à maior proprietária de terras da região.
O bairro abriga instituições de ensino privadas da Capital: o IPA – Instituto Metodista de Porto Alegre (desde 1923), o Colégio Americano (desde 1885) o Colégio Leonardo da Vinci (desde 1980) e o colégio Israelita, além de outras opções de ensino público. Outra instituição que movimentou o bairro foi o antigo Hospital de Reumatologia, na rua Álvaro Alvim, atualmente pertencente ao complexo Ulbra Saúde. Atualmente, é um bairro bastante desenvolvido, com prédios residenciais de bela arquitetura, mas também com boas possibilidades de diversão, como o Clube Caixeiros Viajantes.
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Na última semana de abril, foi anunciada pela Caixa Econômica Federal a redução nas taxas de financiamento de imóveis. As taxas mínimas da Caixa passaram de 10,25% ao ano para 9% ao ano, no caso de imóveis do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 11,25% ao ano para 10% ao ano para imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI). As taxas máximas caíram de 11% para 10,25%, no caso do SFH, e de 12,25% 11,25%, no SFI. O banco também aumentou novamente o limite de cota de financiamento do imóvel usado, de 50% para 70%.
Na hora de comprar ou alugar um imóvel, sempre surge essa dúvida. Algumas vezes, em uma mesma rua, os preços podem variar em até 50%. E isso ocorre porque existem algumas variáveis que são levadas em conta na hora de determinar o preço de um imóvel. Confira quais são!
Janeiro e Fevereiro são os meses conhecidos por serem destinados às férias. Mães e pais são dispensados do trabalho por alguns dias, enquanto seus filhos ganham uma folga das aulas escolares. E aí surge a dúvida: como fazer passeios em família sem estourar o orçamento familiar?